Em 2004, O Epoch Times, o principal jornal do mundo em chinês não ligado ao Partido Comunista, publicou repetidamente uma série de 9 editoriais sobre a história e natureza do Partido, que, embora proibida pelo governo, continua até hoje a circular amplamente de forma clandestina.

Com amplo alicerce em fatos históricos, a obra explica de forma profunda e sistemática, pela primeira vez na história, como a filosofia de luta do Partido Comunista Chinês (PCCh) causou o grande sofrimento de ter metade da população, no que era o país mais populoso do mundo, perseguida por um regime ditatorial.
As ações do PCCh resultaram em mais de 60 milhões de mortes apenas na China, mais do que as duas guerras mundiais juntas — e esta é uma estimativa conservadora.
Para grande parte do povo chinês, educado com uma versão distorcida e revisada de sua própria história sob o comunismo, esta foi a primeira vez que entenderam a verdade sobre próprio país.

O texto ressoou profundamente com leitores em todo o mundo, tocando corações e ampliando mentes. Mas algo muito maior estava prestes a acontecer.
“Esperamos que aqueles que ainda permanecem enganados pelo PCCh enxerguem agora claramente sua natureza, expurguem seu veneno do espírito, libertem suas mentes de seu perverso controle, despojem-se das amarras do terror e abandonem para sempre todas as ilusões a seu respeito.”
Em 29 de novembro de 2004, 10 dias após a publicação, o Epoch Times recebeu uma correspondência: uma declaração pública de renúncia ao comunismo chinês, que foi publicada no jornal logo em seguida.
Em primeiro de janeiro de 2005, 50 académicos enviaram uma declaração conjunta de suas renúncias ao PCCh. No mesmo dia, o Epoch Times estabeleceu um site e uma base de dados para aceitar mais renúncias.

Cada renúncia tem um número individual de identificação e o total é atualizado em tempo real, publicamente disponível em tuidang.org. O número de renúncias rapidamente passou de algumas poucas dezenas a cada dia para centenas, e depois para centenas de milhares, chegando a um total de 449 milhões em 2025.

No tempo em que você está lendo isto, cerca de 250 chineses renunciaram ao PCCh. Isto se tornou efetivamente o maior movimento de direitos já conhecido, diante da mais brutal ditadura da história.











