Conectamos o Brasil ao cenário internacional e o presente à história através de jornalismo independente com ética.
Mostramos as tradições por trás das tendências. Construímos discernimento com base em fatos. Trazemos sabedoria que vai além das manchetes. Colocamos valores morais acima de cliques.
Fazemos isso porque acreditamos que as pessoas cometem erros por ignorância. Acreditamos que as pessoas podem ampliar suas mentes através da verdade, se melhorarem com lições positivas da história, e se voltarem para o bem ao aprofundar sua compreensão sobre a vida e a condição humana.
O Epoch Times foi fundado para combater o que pode ser a maior catástrofe de direitos humanos na história: a perseguição religiosa do Partido Comunista Chinês.
Em 20 de julho de 1999 o então líder do Partido Comunista Chinês (PCCh), Jiang Zemin, decretou uma perseguição total em todos os níveis da sociedade à prática espiritual Falun Dafa, também conhecida como Falun Gong.
Falun Gong é classificado como uma religião por alguns governos, mas é mais comumente descrito como uma pratica de “auto-cultivo”. Ele tem diversos elementos comuns no oriente: possui um conjunto de exercícios suaves semelhantes a tai-chi-chuan e qigong; uma meditação sentada semelhante ao budismo; e uma filosofia com princípios morais para ser uma pessoa boa seguindo os princípios de verdade, compaixão e tolerância. Falun Gong não tem rituais de conversão, não tem formas formais de filiação e não tem nenhum objetivo político. É completamente voluntário, gratuita e todos podem participar ou ir embora quando quiserem.
O sistema de meditação se espalhou como um fenômeno na China e, em poucos anos, segundo estimativas do próprio governo chinês, o número de praticantes alcançou 100 milhões — cerca de uma a cada 12 pessoas na China e o equivalente à metade da população do Brasil. O Partido Comunista originalmente promoveu o Falun Gong pelos benefícios a saúde, e encorajou a pratica.
Jiang Zemin era o primeiro líder do partido que não passou pelas revoluções que iniciaram o governo comunista. Diferente dos antecessores, não tinha nem uma reputação consolidada como revolucionário nem uma teoria política própria.
O grande número de praticantes de Falun Gong ultrapassou o número de membros do partido comunista chinês, e passou a ser visto como uma ameaça ao domínio total que o PCCh quer sobre as mentes do povo da China, mesmo com o Falun Gong dizendo claramente que não tinha interesses políticos nem queria se envolver na política de qualquer forma.
Jiang Zemin viu no Falun Gong uma oportunidade de estabelecer sua reputação por meio de uma campanha de luta e repressão — algo comum e frequente na história do partido comunista chinês. Ele começou uma perseguição que continua até hoje, e que supera o holocausto nazista em escala ou crueldade.
As diretrizes eram: “arruinar suas reputações; levá-los à falência; e destruí-los fisicamente”. Milhões ficaram sem emprego ou moradia e perderam suas economias. Crianças ficaram sem poder ir à escola. Familiares e amigos que não praticavam Falun Gong foram implicados por associação. Milhares foram mandados a campos de tortura. Para voltar toda a população contra o Falun Gong, toda a mídia do país passou a transmitir propaganda contra a prática 24 horas por dia, e exames escolares pediam que os alunos escrevessem críticas e diminuíssem o Falun Gong.
Sendo um estado de vigilância altamente controlado, para toda a mídia — dentro e fora da China — o Partido Comunista Chinês (PCCh) era a única fonte de informação, e, em diversos países, inclusive no Brasil, as mentiras do PCCh foram (e ainda são) reproduzidas sem qualquer exame. Na prática, isso contribuiu para a perseguição e tornou outros países e seus cidadãos cúmplices desse crime contra a humanidade sem que soubessem.
O Epoch Times foi fundado por um pequeno grupo de praticantes de Falun Gong morando nos Estados Unidos pouco depois que a perseguição começou. Ele foi formado por voluntários, muitos dos quais desistirem de posições bem-remuneradas em corporações e universidades.
Nós sabemos como é não poder confiar na mídia. Sabemos como é não ter voz. Sabemos como é não poder falar a verdade quando todos espalham mentiras.
Crescemos de uma pequena publicação feita em um porão em Atlanta para o principal jornal em Chinês do mundo que não é ligado ao Partido Comunista Chinês; e agora para um conglomerado de mídia presente em 23 idiomas e 36 países. Nossa edição em inglês é o 5º maior jornal dos EUA e estamos na lista de imprensa da Casa Branca. Estamos gradualmente expandindo para o Brasil.
Com nossa rede secreta de informantes, continuamos a ser uma das principais e mais fidedignas fontes de informação do que realmente acontece na China por trás da fachada que o Partido Comunista mostra ao mundo — desde nossa análise de documentos internos quanto aos planos de política internacional até nossa cobertura pioneira das origens do coronavírus.
Todas as sabotagens — desde incêndios a nossas gráficas, repórteres presos na China, correspondentes ameaçadas a mão armada e casas de nossos funcionários saqueadas inclusive nos EUA — tudo só fortaleceu nossa convicção em falar a verdade porque é a coisa certa.
Em 2004, publicamos a série editorial “9 Comentários Sobre o Partido Comunista”. Embora nosso jornal seja ilegal lá, o texto foi amplamente circulado de forma clandestina. Para grande parte do povo chinês, educado com uma versão distorcida e revisada de sua própria história sob o comunismo, esta foi a primeira vez que entenderam a verdade sobre próprio país.
Pouco depois, inspirados pela nossa publicação, chineses começaram a nos enviar declarações de que estavam renunciando os juramentos que fizeram ao comunismo. Crianças precisam fazer isso para ir a escola, praticamente toda a população da China faz o juramento.
Isso agora é o maior movimento de direitos civis de todos os tempos, chamado “TuiDang”, que significa “renunciar ao Partido”. Mais de 450 milhões de chineses renunciaram ao Partido Comunista.
Esperamos que, sabendo realmente a verdade, todas as pessoas ao redor do mundo tenham a chance de se posicionar sinceramente em prol dos direitos e dignidade humana, não ser cúmplices sem saber e levar ao fim da catástrofe global que passamos o mais rápido possível.
No Brasil estamos em formato digital. Priorizamos qualidade sobre quantidade.
No nosso conteúdo, unimos as notícias do dia a dia com o desenvolvimento da história e conectando os pontos entre o cenário nacional e o xadrez do mundo — incluindo, claro, com o jogo do Partido Comunista da Chinês.
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